Zélia - Memórias de Amor



Produção: Carla Laudari

Roteiro: Carla Laudari

Edição: Carla Laudari

Som Direto: Napoleão Cunha

Trilha Sonora Original: Luciano Bahia

Empresa(s) produtora(s): Casa do Santomé Filmes

Câmera: Carla Laudari

Narração: Cecí­lia Amado

Assistente de Câmera: João Tatu

Produção Executiva: Amadeu Alban, Carla Laudari

Pesquisa: Carla Laudari

Direção de Fotografia: Carla Laudari, Geraldo Junior, João Tatu

Mixagem: Napoleão Cunha

Consultoria: Aleksei Abib

Entrevistados: Jorge Amado , Zélia Gattai

Co-produção: Amadeu Alban

Câmera Adicional: João Tatu

Assessoria Jurídica: Tarcí­sio dos Santos

Produção de Base e Set: Adriana Feliciano

Aos 32 anos, Zélia Gattai compra sua primeira câmera fotográfica durante seu exílio em Paris e começa a registrar o mundo ao lado do seu companheiro, o escritor Jorge Amado. Aos 63 anos, escreve seu primeiro livro, "Anarquistas, Graças a Deus". A obra, que conta sua infância em São Paulo no início do século XX, recebe o Prêmio Paulista de Revelação Literária, vende mais de 200 mil exemplares apenas no Brasil, é traduzida para diversos idiomas e adaptada para teatro e televisão. Sem querer pegar carona na fama do marido, Zélia opta por uma maneira particular de contar o que viu e viveu, criando uma literatura de forte cunho memorialístico. Como reconhecimento do seu talento, no dia 21 de maio de 2002, Zélia ocupa a cadeira 23 da Academia Brasileira de Letras (ABL), a mesma que pertenceu a Jorge Amado. É com base nos seus livros de memória, no seu acervo de mais de 20 mil fotografias e nas entrevistas que o documentário constrói um retrato intimista de Zélia Gattai, tendo como fio condutor a história de amor que viveu durante 56 anos com Jorge Amado, personagem principal de sua obra. Um filme poético que experimenta a relação entre cinema e memória.
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Etapa/Nível de Ensino: Ensino Fundamental - Anos Finais, Ensino Médio

Área de Ensino: Linguagens

Componente Curricular/Disciplina: Arte, Língua Portuguesa


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100 min
2017
Brasil
BA
AL

Diretor: Carla Laudari

Sinopse: Aos 32 anos, Zélia Gattai compra sua primeira câmera fotográfica durante seu exílio em Paris e começa a registrar o mundo ao lado do seu companheiro, o escritor Jorge Amado. Aos 63 anos, escreve seu primeiro livro, "Anarquistas, Graças a Deus". A obra, que conta sua infância em São Paulo no início do século XX, recebe o Prêmio Paulista de Revelação Literária, vende mais de 200 mil exemplares apenas no Brasil, é traduzida para diversos idiomas e adaptada para teatro e televisão. Sem querer pegar carona na fama do marido, Zélia opta por uma maneira particular de contar o que viu e viveu, criando uma literatura de forte cunho memorialístico. Como reconhecimento do seu talento, no dia 21 de maio de 2002, Zélia ocupa a cadeira 23 da Academia Brasileira de Letras (ABL), a mesma que pertenceu a Jorge Amado. É com base nos seus livros de memória, no seu acervo de mais de 20 mil fotografias e nas entrevistas que o documentário constrói um retrato intimista de Zélia Gattai, tendo como fio condutor a história de amor que viveu durante 56 anos com Jorge Amado, personagem principal de sua obra. Um filme poético que experimenta a relação entre cinema e memória.

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