Olhar Obs-ceno: Hilda Hilst além da cena em ´O Verdugo´


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Roteiro: Rodrigo Campos

Som Direto: Enrico Porro, Moabe Filho, Pedro Moreira

Animação: Carla Sarmento

Empresa(s) produtora(s): Pacto Filmes

Figurino: Chris Garrido

Maquiagem: Andrea Afonso, Gera Cyber

Assistente de Direção: Jeronimo Lemos, Mary Gatis

Assistente de Câmera: Carlos Albuquerque

Produção Executiva: Malu Campos

Pesquisa: Anna Carolina Francisco

Direção de Fotografia: Alonso Pafyeze, Breno César

Mixagem: Pedro Noizyman

Montagem: Lorena Ortiz, Mary Gatis

Trilha Sonora: Pachka

Entrevistados: Alcir Pécora, Olga Bilenky

Coordenação de Produção: Angélica Moura

Tratamento de Cor: Danilo Do Valle

Para Anatol Rosenfeld, importante crítico e teórico do teatro brasileiro, “é raro encontrar no Brasil e no mundo escritores, ainda mais nestes tempos de especializações, que experimentam cultivar os três gêneros fundamentais (eu diria quatro, pois Hilda também foi cronista) da literatura – a poesia lírica, a dramaturgia e a prosa narrativa – alcançando resultados notáveis nos três campos. A este pequeno grupo pertence Hilda Hilst.” A dramaturgia de Hilst, precursora no Brasil de uma escritura teatral feminina, se concentra no poder subversivo que a palavra oferece em contato com o ato da força cênica. Palavra de força política, empregada para contar os debates sociais de urgência, no período em que escreve suas oito peças, entre 1967 e 1969. Período este que marca o país como o início da fase mais violenta da repressão exercida pela ditadura militar. Mas, sobretudo, um teatro impregnado pela sua poesia.
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26 min
2020
Brasil
PE
12 ANOS

Séries: Caixas Mágicas | 5 Episódios de 26 Minutos

Diretor: Rodrigo Campos

Elenco: Bruno Parmera, Ceronha Pontes, Erivaldo Oliveira, Lucas Torres, Mario Sergio Cabral, Pedro Wagner, Thayza Zooby

Sinopse: Para Anatol Rosenfeld, importante crítico e teórico do teatro brasileiro, “é raro encontrar no Brasil e no mundo escritores, ainda mais nestes tempos de especializações, que experimentam cultivar os três gêneros fundamentais (eu diria quatro, pois Hilda também foi cronista) da literatura – a poesia lírica, a dramaturgia e a prosa narrativa – alcançando resultados notáveis nos três campos. A este pequeno grupo pertence Hilda Hilst.” A dramaturgia de Hilst, precursora no Brasil de uma escritura teatral feminina, se concentra no poder subversivo que a palavra oferece em contato com o ato da força cênica. Palavra de força política, empregada para contar os debates sociais de urgência, no período em que escreve suas oito peças, entre 1967 e 1969. Período este que marca o país como o início da fase mais violenta da repressão exercida pela ditadura militar. Mas, sobretudo, um teatro impregnado pela sua poesia.

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