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Resultados de busca
Estes são os 23 títulos encontrados com Isa Grinspum Ferraz como diretor.
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Diretor (23)
Vídeos que você pode assistir online: trechos de obras ou na íntegra
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Intérpretes do Brasil - Episódio Portugal, Brasil, por Judith Cortesão | 1
Sinopse: Judith Cortesão fala do mundo português anterior à aventura dos descobrimentos, do significado profundo, para os portugueses, das viagens ao desconhecido, e da chegada às costas brasileiras, com seus mistérios e maravilhas.
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O Povo Brasileiro - Episódio Brasil Sertanejo | 1
Sinopse: Existem pelo menos dois "nordestes". Um é o Nordeste litorâneo, que vai da Bahia ao Maranhão - Nordeste Crioulo. O outro Nordeste, nas palavras de Gilberto Freyre, é o dos "sertões de areia seca rangendo debaixo dos pés", das "paisagens duras doendo nos olhos" das "figuras de homens e de bichos se alongando quase em figuras de El Greco". Não é mais o Nordeste sedentário da monocultura latifundiária, filmagens mas o Nordeste da cultura do couro e do gado. Nordeste das ossadas esbranquiçadas e do azul sem nuvens. Nordeste de Antonio Conselheiro, do Padre Cícero, de Lampião, de Luiz Gonzaga. Nordeste da cultura sertaneja. Mas o Brasil Sertanejo não se circunscreve apenas a esta região. Vai do agreste aos cerrados, passando pelas caatingas. Penetra o Brasil Central, com suas atividades agrícolas e sua tradicional economia pastoril, a mestiçagem se dando basicamente entre brancos e índios, com fraca participação negra. Como bem viu Darcy Ribeiro, aí se conformou "um tipo particular de população com uma subcultura própria, a sertaneja, marcada por sua especialização ao pastoreio, por sua dispersão espacial e por traços característicos identificáveis no modo de vida, na organização da família, na estrutura do poder, na vestimenta típica, nos folguedos estacionais, na dieta, na culinária, na visão de mundo e numa religiosidade propensa ao messianismo".
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O Povo Brasileiro - Episódio Encontros e Desencontros | 1
Sinopse: Este programa será dedicado ao tema da gestação étnica de um povo novo - o povo brasileiro -, configurando-se num processo de mestiçagem permanente, desde o momento em que o primeiro europeu passou por aqui. De saída, a mistura luso-ameríndia. Os náufragos e degredados gerando filhos mestiços nas redes ou "inis" das cunhãs tupinambás. Nascem assim os mamelucos ou brasilíndios, espraiando-se por todo o litoral brasílico, para militar nas "bandeiras" ou formar núcleos habitacionais na orla marítima do Rio de Janeiro ou do Maranhão. Em seguida, os cruzamentos entre portugueses e negros e entre negros e índios. São os mulatos e cafuzos que vão se multiplicando pelo território conquistado ou em vias de conquista. Tais mestiços já não eram brancos, nem índios, nem negros. "O brasilíndio como o afro-brasileiro existiam numa terra de ninguém, etnicamente falando, e é a partir dessa carência essencial, para livrar-se da ninguendade de não-índios, não-europeus e não-negros, que eles se vêem forçados a criar sua própria identidade étnica: a brasileira", sustenta a tese central de Darcy Ribeiro. Do plano físico ao espiritual, define-se aí de fato, e desde os primeiros tempos coloniais, a personalidade do Brasil como sociedade mestiça e sincrética dos trópicos, distinta das matrizes que lhe deram origem.
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O Povo Brasileiro - Episódio A Matriz Lusa | 1
Sinopse: Tudo começa quando Portugal decide organizar um programa nacional para explorar as fronteiras do Desconhecido. A figura-chave, aqui, é o Infante D. Henrique. A comunidade cosmopolita reunida em Sagres, sob o comando do Infante, sistematiza os conhecimentos técnicos até então disponíveis e parte para aprimorar a tecnologia náutica existente. Embarcações lusitanas começam então a se lançar a mares inexplorados pelos europeus, numa aventura cujo resultado será não só transformar a imagem do mundo, como fazer emergir a idéia e a realidade da Humanidade. O Brasil surge como um momento dessa Era dos Descobrimentos. Como ponte avançada da cultura neolatina, em sua variante portuguesa, na margem ocidental do Atlântico Sul. De início, a colonização extraestatal assistemática. É o período "caramuru" da história do Brasil: a aldeola mameluca de Santo André, com João Ramalho, ou a aldeia eurotupinambá de Diogo Alvares, na Bahia. Em seguida, o Estado avança: capitanias hereditárias, governo geral. O projeto de transplantação da cultura portuguesa para os trópicos. Novas tecnologias e novas ideologias, trazidas de uma região da Europa que, de uma certa forma, era um protótipo da América: séculos de miscigenação, séculos de convívio com a diferença.
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O Povo Brasileiro - Episódio Brasil Caboclo | 1
Sinopse: Na área de floresta tropical da bacia amazônica, desenvolveu-se uma cultura de forte base indígena. "Toda a área era ocupada, originalmente, por tribos indígenas de adaptação especializada à floresta tropical. A maioria delas dominava as técnicas de lavoura praticadas pelos grupos Tupi do litoral atlântico, com que se depararam os descobridores. Em algumas várzeas e manchas de terra de excepcional fertilidade e de fácil provimento alimentar, através da caça e da pesca, floresceram culturas indígenas do mais alto nível tecnológico, como as de Marajó e de Tapajós, que podiam manter aldeamentos com alguns milhares de habitantes"(Darcy Ribeiro). Foram esses grupos indígenas que experimentaram a marcha da colonização lusitana, o avanço dos missionários, a disseminação do nheengatu e, ainda, a migração massiva de nordestinos à época do "rubber boom", da explosão dos seringais. E assim foi se forjando na região uma população nova - e se cristalizando uma "variante sociocultural" da sociedade brasileira, com as suas formas e práticas próprias, e a sua religiosidade "fundada no sincretismo da pajelança indígena com um vago culto de santos e datas do calendário religioso católico". É esta Amazônia interétnica, mas fundamentalmente cabocla, com os seus santos e "visagens", suas cidades e seus grupos indígenas sobreviventes, que vamos abordar neste programa da série.
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Os Vários Brasis, por Aziz Ab'Saber. | 1
Sinopse: Aziz Ab'Saber fala com brilhantismo das características naturais e humanas das várias regiões brasileiras. Reflete sobre os paradoxos da realidade do país.
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Mistura e Invenção, por Hermano Vianna  | 1
Sinopse: Hermano Vianna reflete sobre a vitalidade da música do sertão do Brasil, que mantém ainda traços medievais, mas que está permanentemente se reinventando.
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Pé na Estrada, por Paulo Vanzolini | 1
Sinopse: Paulo Vanzolini nos leva Brasil adentro, falando sobre a paisagem física e humana de algumas regiões do país. Fala da Amazônia, da mata e seus índios do Nordeste, seu povo e seu misticismo. Fala da mistura brasileira.
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Intérpretes do Brasil - Episódio Os Caipiras, por Antonio Candido | 1
Sinopse: Antonio Candido de Mello e Souza fala sobre a sociedade caipira, com base na pesquisa que ele desempenhou na década de 1940, para a elaboração de sua tese, publicada em livro, "Parceiros do Rio Bonito", acerca dos modos de produção da sociedade rural da região denominada Paulistânia daquela época.
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O Povo Brasileiro - Episódio A Invenção do Brasil | 1
Sinopse: A fantasia de que a nossa trajetória tem sido fundamentalmente pacífica, marcada pelo relacionamento cordial entre agrupamentos étnicos e entre classes sociais, não resiste ao menor escrutínio histórico. Na verdade, a história da violência nos trópicos brasílicos começa já com os conflitos sangrentos entre aldeias indígenas. Com a chegada dos europeus, as guerras se intensificaram, inclusive com alianças entre franceses e tupiniquins, combatidas por alianças entre lusos e tupinambás. E o fato é que a história do Brasil apresenta inúmeros (e sérios) casos de confrontos armados. Os negros foram o inimigo número um do sistema escravista, ao contrário do que se costuma pensar. Promoveram um rosário de revoltas rurais e insurreições urbanas, através dos séculos de regime escravo. Palmares e as rebeliões dos malês são pontos incandescentes desse espírito de recusa do cativeiro. Mas tivemos também outros gêneros de movimentações armadas, como a Guerra dos Cabanos e a de Canudos, com os seguidores de Antonio Conselheiro enfrentando o exército brasileiro. O programa Invenção do Brasil vai se concentrar, exatamente, nesta dimensão bélica de nossa história.