Dorivando Saravá, o preto que virou mar


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Preto – Obá – Homem que virou mar Ele foi o primeiro a cantar os Orixás e a introduzir o Tempo do Candomblé na música popular brasileira. Desafiou a própria morte ao se entregar nos braços de Iemanjá e – Obá de Xangô consagrado que era – Dorival Caymmi não morreu. Virou mar. É nessa linha poética que o novo documentário experimental em longa-metragem do diretor Henrique Dantas mergulha na vida do mais icônico compositor que a Bahia já produziu. Dorivando Saravá, o Preto que Virou Mar (BRA, 87 minutos) reúne depoimentos, lembranças e reflexões de artistas como Gilberto Gil, Tom Zé, Jussara Silveira, Tiganá Santana, Arlete Soares, Adriana Calcanhotto, entre outros que desfrutaram do privilégio de terem convivido com ele, ou que regravaram sua obra. O filme aborda conceitos presentes na vida e obra de Caymmi, recriados em poéticas praieiras concebidas a partir dos seus trabalhos de pintura e composição, e apresenta falas reveladoras do compositor, garimpadas em antigas entrevistas radiofônicas, nas quais ele mostra alguns de seus posicionamentos estéticos e políticos. No documentário, Caymmi é representado como uma maneira de ser, de existir, de pensar. Como se “dorivar” fosse um verbo que hoje o povo brasileiro precisasse urgentemente aprender a conjugar.
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88 min
2020
Brasil
BA
LIVRE

Diretor: Henrique Dantas

Sinopse: Preto – Obá – Homem que virou mar Ele foi o primeiro a cantar os Orixás e a introduzir o Tempo do Candomblé na música popular brasileira. Desafiou a própria morte ao se entregar nos braços de Iemanjá e – Obá de Xangô consagrado que era – Dorival Caymmi não morreu. Virou mar. É nessa linha poética que o novo documentário experimental em longa-metragem do diretor Henrique Dantas mergulha na vida do mais icônico compositor que a Bahia já produziu. Dorivando Saravá, o Preto que Virou Mar (BRA, 87 minutos) reúne depoimentos, lembranças e reflexões de artistas como Gilberto Gil, Tom Zé, Jussara Silveira, Tiganá Santana, Arlete Soares, Adriana Calcanhotto, entre outros que desfrutaram do privilégio de terem convivido com ele, ou que regravaram sua obra. O filme aborda conceitos presentes na vida e obra de Caymmi, recriados em poéticas praieiras concebidas a partir dos seus trabalhos de pintura e composição, e apresenta falas reveladoras do compositor, garimpadas em antigas entrevistas radiofônicas, nas quais ele mostra alguns de seus posicionamentos estéticos e políticos. No documentário, Caymmi é representado como uma maneira de ser, de existir, de pensar. Como se “dorivar” fosse um verbo que hoje o povo brasileiro precisasse urgentemente aprender a conjugar.

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