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Resultados de busca
Estes são os 11 títulos encontrados com Ricardo Miranda como diretor.
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Diretor (11)
Vídeos que você pode assistir online: trechos de obras ou na íntegra
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Mesa Brasileira - Episódio O Pão Nosso De Cada Dia | 1
Sinopse: Ao arrebatar o fogo a Zeus, e oferecê-lo aos mortais, Prometeu inaugura um novo capítulo da história do homem. A fagulha do raio precede o pequeno fogo doméstico, fonte do calor, da luz e do bem estar. Inventa-se a cozinha. Do fogo doméstico, ressaltamos suas funções de preservação e de conservação. O cru e o cozido. Se realizarmos uma viagem ao redor do mundo, o mercado, essas "cidades de um dia" no dizer de Lévi-Strauss, sempre chamaram atenção especial dos viajantes e cronistas. Lugar primordial de encontros, trocas, novidades, compras... lugar "onde são intercambiadas mais saudações, informações e estórias do que mercadorias e dinheiros" Mercados e feiras. Vamos viajar por vários deles no Brasil e em Portugal. Vamos falar e mostrar este mundo particular e complexo. O Mercado que no mundo português origina o nome dos dias da semana: os dias de mercado, de feira. Imagens e entrevistas vão desvendando os Mercados. O que é alimento? O que é comida? O que é cozinha? E o Brasil? E a alimentação? Os nossos hábitos alimentares. Em casa e nas ruas. Qual a origem dos nossos hábitos alimentares? A idéia central deste primeiro capitulo é a de introduzir o espectador em conceitos e idéias e para isso o documentário barrocamente embrica pensamentos, imagens e história. Ao arrebatar o fogo a Zeus, e oferecê-lo aos mortais, Prometeu inaugura um novo capítulo da história do homem. A fagulha do raio precede o pequeno fogo doméstico, fonte do calor, da luz e do bem estar. Inventa-se a cozinha. Do fogo doméstico, ressaltamos suas funções de preservação e de conservação. O cru e o cozido. Se realizarmos uma viagem ao redor do mundo, o mercado, essas "cidades de um dia" no dizer de Lévi-Strauss, sempre chamaram atenção especial dos viajantes e cronistas. Lugar primordial de encontros, trocas, novidades, compras... lugar "onde são intercambiadas mais saudações, informações e estórias do que mercadorias e dinheiros" Mercados e feiras. Vamos viajar por vários deles no Brasil e em Portugal. Vamos falar e mostrar este mundo particular e complexo. O Mercado que no mundo português origina o nome dos dias da semana: os dias de mercado, de feira. Imagens e entrevistas vão desvendando os Mercados. O que é alimento? O que é comida? O que é cozinha? E o Brasil? E a alimentação? Os nossos hábitos alimentares. Em casa e nas ruas. Qual a origem dos nossos hábitos alimentares? A idéia central deste primeiro capitulo é a de introduzir o espectador em conceitos e idéias e para isso o documentário barrocamente embrica pensamentos, imagens e história.
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Mesa Brasileira - Episódio O Farnel Lusitano | 1
Sinopse: "O homem lusitano usou e se reportou ao Sal como elemento identificador das chegadas. Chegadas pelo mar, pela água salgada, marcando territórios políticos, econômicos, religiosos que resultaram virtualmente na mudança de hábitos alimentares".- Raul Lody. O mar português. Sempre o mar. Uma lua é transpassada por nuvens. Um farol anuncia a presença do ponto mais ocidental da Europa. Margens de Portugal. Cenas emblemáticas introduzem a magia da presença portuguesa. Os descobrimentos, os heróis do mar, as rotas marítimas. Apoiado em extensa entrevista de Maria de Lourdes Modesto, uma das mais importantes conhecedoras da comida regional portuguesa, o capítulo em questão será rico em imagens sobre os nossos antepassados. A doçaria portuguesa, com os Pastéis de Belém (Lisboa), receita secreta dos monges do Mosteiro dos Jerônimos e a doçaria conventual do mosteiro da Conceição, destacando-se as várias regiões e alguns dos pratos típicos dessas regiões: "Os portugueses foram grandes revolucionários da estética do paladar". - Fidelino de Figueiredo.
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Mesa Brasileira - Episódio Os Comedores De Mandioca | 1
Sinopse: "Tal como o índio Uirá, que saiu a procura de Deus, para identificar-se ante a divindade declara ´eu sou de seu povo, o que come farinha´, todos nós, brasileiros, podemos dizer o mesmo: ´Nós somos o povo que come farinha de pau". O Povo Brasileiro - Darcy Ribeiro. Tudo começou com os nossos índios. Antes de virem para cá os portugueses e os negros, inúmeras tribos habitavam as terras que viriam a ser denominadas de brasileiras. A mandioca é analisada pela câmera: história e manejo. A farinha, o tucupi, sumo que resulta da mandioca descascada e ralada, a goma. O Tacacá, composto de tucupi, camarão, jambú, goma, e pimenta onde se destaca a presença da mandioca, o principal e primitivo alimento de nossos índios. O Ver-o-Peso, em Belém. Nos mercados, um destaque para a presença do açaí, fruto de uma das mais elegantes palmeiras da Amazônia. Esse fruto, macerado por uma "amassadeira", e misturado em água. Depois é juntado ao açúcar, farinha d´água ou de tapioca. Embricado com as comidas, o povo do norte e sua fala, seus rostos, sua cultura.
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Mesa Brasileira - Episódio Mar De Açúcar | 1
Sinopse: O nordeste brasileiro é por excelência a terra do açúcar, a terra do bolo fidalgo, no dizer de Gilberto Freyre. Fabrica-se açúcar, e em pequenos engenhos, rapadura e aguardente para o mercado interno. É com o açúcar que se vai notar a grande influência da cozinha portuguesa na formação da culinária brasileira. Essa herança recolhida de Portugal, e sobretudo dos mouros, pela doçaria dos engenhos, não foi pequena.
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Mesa Brasileira - Episódio Civilização Do Couro | 1
Sinopse: A geografia do sertão, a caatinga, a terra seca e árida. O sol escaldante. Homens trabalham. As imagens mostram o trato do vaqueiro com o gado, o seu cotidiano. O texto irá destacar a particularidade da criação de uma infra-estrutura do ciclo do açúcar onde, para além do cultivo dos canaviais e do reabastecimento de mão de obra escrava, era necessário buscar os animais para o transporte a tração, e para o próprio alimento. Além disso, a carne de bode, carneiro, porco e galinha. Queijos do sertão, comida braba e coragem. No dizer de Capistrano de Abreu a "civilização do couro".
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Mesa Brasileira - Episódio Comida De Santo | 1
Sinopse: A cozinha africana na Bahia está intimamente ligada ao candomblé. Talvez tenha sido a força religiosa a razão de sua sobrevivência. O texto deverá salientar que não é por acaso que se come nos terreiros a melhor comida de azeite, o dendê. Como também não é por acaso que a grande demonstração da cozinha africana está nas festas populares da Bahia. A influência da cozinha negra africana não está presente no dia a dia da comida dos baianos, como normalmente se pensa. Mas encontra-se mais restrita a área de Salvador e alguns municípios vizinhos - o Recôncavo Baiano. A comida africana é de complicada realização, exigindo muita técnica. Por isso se come muito bem nos candomblés em dias de festas, onde a comida é preparada amorosamente. Depoimentos fazem a ligação entre a África, o comer e a religião. A figura da cozinheira negra, a fada do dendê, aquela que o baiano diz "que é preciso ter o dedo para fazer um bom efó ou um caruru na medida", e que se transforma, após a libertação, nas mulheres dos tabuleiros de rua, antes também chamadas de escravas de ganho.
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Mesa Brasileira - Episódio Tropas E Boiadas | 1
Sinopse: Foi durante o século XVII que diversos sertanistas de S. Paulo percorreram o sertão mineiro, goiano e mato-grossense. As expedições avançaram pelo interior, desbravando trilhas, preparando a descoberta do ouro no século XVIII, expandindo as terras da América lusitana. Ponto de pecuária vamos encontrar na vida do peão da fazenda e no seu almoço diário a fartura e a variedade de sua alimentação. a galinhada, o peixe na telha, o empadão goiano e o arroz de pequi. Repositária, como Minas Gerais, de alguns benefícios do ciclo do ouro, essa região - no entanto - talvez pela sua distante localização e pelo difícil acesso no passado, teve até pouco tempo a sua cultura pouco difundida. Suas grandes extensões de terra, seus rios caudalosos e piscosos, acabam por determinar um tipo de alimentação peculiar e de aspectos singulares.
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Mesa Brasileira - Episódio Quitandas E Quitutes | 1
Sinopse: Depois da cana-de-açúcar e a entrada para o sertão o Brasil conheceu durante o século XVIII um outro ciclo, o do Ouro. "A cana foi o fundamento de toda uma civilização, com os engenhos, conventos, candomblés de negros, o ouro será a base de outra, diferente da primeira, mas, como aquela, também construída com os pés e as mãos dos africanos". - Roger Bastide. Esta civilização se instala em uma província central e montanhosa, chamada mais tarde de Província de Minas Gerais. O ouro fez Minas, seus costumes, sua gente, sua comida. O mineiro criou as cinco refeições do dia, com três cafés, almoço e jantar. Na busca do ouro e dos diamantes, no garimpo dos rios, na construção de suas históricas cidades, foram em paralelo construindo uma cozinha especial, talvez uma das mais fartas no quadro da nossa culinária. Do Tutu de Feijão com Torresmo ao Leitão à Pururuca, passando pelas Compotas de Frutas e o Doce de Leite com Queijo Branco, ou o Pão de Queijo, o comer mineiro é saboroso e requintado até no uso de ingredientes inusitados como ora-pro-nóbis, planta considerada daninha que foi usada para matar a fome dos escravos e pobres durante o ciclo do ouro. Entrevistas que traçam um paralelo entre cozinha, comida e a imagem do mineiro, permearão aqui e ali o capítulo, quer do ponto de vista histórico, antropológico ou culinário.
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Mesa Brasileira - Episódio Gaúchos E Colonos | 1
Sinopse: Para Roger Bastide "a civilização do sul é a civilização do cavalo". O gaúcho identifica-se com o seu cavalo. Campos. Pradarias. Estâncias. Mestiço de índio, português e espanhol, o gaúcho tem na estância o núcleo das suas atividades. A carne verde é o alimento básico do gaúcho, sendo a carne de charque também muito apreciada e exportada para outras regiões do país. O churrasco e o seu preparo adquirem predominância na culinária da região gaúcha, sendo substituído por outros hábitos culinários quando se passa para os Estados de Santa Catarina e do Paraná. Em Santa Catarina, Laguna com sua colonização açoriana, o Boi Mamão e São Joaquim, trilha de tropeiros e a Paçoca de Pinhão. A se considerar ainda o uso do mate, chimarrão, "...infusão fervente e amarga da erva querida dos índios..." e do vinho produzido pelos colonos. Uma região que recebe italianos, alemães, misturam hábitos, costumes e que cooperam no mesmo trabalho. Nos arredores de Caxias do Sul, algumas vindimas, onde os costumes italianos do paio, do salame, do queijo e do vinho mostrarão como se alimentam muitos descendentes de italianos ali residentes.
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Mesa Brasileira - Episódio Caldeirão Antropofágico | 1
Sinopse: Passamos pelas civilizações do açúcar e do ouro e agora entramos na terceira grande civilização que se desenvolveu no Brasil: o café. O café que partiu do Rio de Janeiro, passando pelo Vale do Paraíba chegando a S. Paulo, Minas Gerais e Paraná. O café que atravessou a época dos barões do Império, a passagem do trabalho servil para o assalariado, as imigrações, e por último, da grande para média e pequena propriedade. O café que cria uma aristocracia e a destrói. As imagens do modernismo. As duas cidades. O contraste e a antropofagia alimentar. São Paulo é o símbolo deste Brasil Moderno, e junto com o Rio de Janeiro sintetiza toda a série e misteriosamente metaforiza a imagem do Saci que vive escondido nos pântanos e florestas do Brasil.